Quando abria a minha janela, os troncos das árvores invadiam-me a liberdade ficando impávidos, enquanto as folhas se agitavam perturbando-me a alma.

Os sonhos embaciaram o vidro, voei para longe, levando comigo onde escrevesse.

Rasguei o destino.

A tua leitura é um lar para esta ténue alma de Nómada.


Quinta-feira, Agosto 19, 2010

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Ainda que as palavras entoem na minha mente e me peçam para sair, tenho-lhes resistido. A ansiedade que me percorre as veias em noites sem cessar, move-se em torno de sonhos que não quero esquecer.

Eli

:)